26 abril 2008

Relembrando O Século do Cinema de Glauber

Leonor Bianchi
Ismail Xavier, Robert Stan, Cacá Diegues (olha ele aí...), Miguel Pereira, Helena Ignês e D. Lúcia Rocha relembram a polêmica personalidade de Glauber Rocha. Os áudios estão postados no novo site elaborado por estudantes da PUC-Rio, o http://puc-riodigital.com.puc-rio.br/

Assim como nos dois primeiros, Ismail assina o prefácio do último livro da trilogia Glauberiana, ‘O século do cinema’, de Glauber Rocha.
http://www.cosacnaify.com.br/noticias/glauber_seculo.asp


Revisão crítica do cinema brasileiro
Glauber Rocha
Prefácio: Ismail Xavier
Apêndice: fortuna crítica com críticas e debates em torno do livro após sua primeira publicação

O primeiro volume da Coleção glauberiana reúne a militância crítica do jovem Glauber Rocha (1939-1981) em artigos escritos no período 1958-63. Eles focalizam desde o cinema pioneiro de Humberto Mauro e Mario Peixoto ao surgimento do Cinema Novo brasileiro, com a trilogia carioca de Nelson Pereira dos Santos, no final da década de 50. Na orelha da primeira edição desta obra fundamental - há décadas esgotada e agora revista e enriquecida com 53 fotos e fortuna crítica -, o crítico e diretor Alex Viany registrou: "Agressivo, irreverente, brilhante sempre, e impiedoso quando necessário é derrubar os inimigos - e também os falsos valores, ídolos e mitos - que atravancam o desenvolvimento do cinema brasileiro, este livro (...) cumpre a promessa do título, marcando a maturidade da nova crítica cinematográfica".


Revolução do cinema novo
Glauber Rocha
Prefácio: Ismail Xavier

Escrito na seqüência dos artigos do primeiro volume desta série (Revisão crítica do cinema brasileiro) e após a finalização de A idade da Terra (1980), seu último longa-metragem, este livro tem duas partes distintas. Na primeira, Glauber ordena artigos publicados ao longo dos anos anteriores, transcreve debates e retoma entrevistas. Não falta o célebre artigo "Eztetyka da fome", primeira síntese sobre o cinema novo dirigida aos europeus, apresentado na

Retrospectiva do Cinema Latino-Americano, em Gênova, em 1965.A segunda parte é uma reunião de reflexões e notas biográficas escritas em 1980, uma "memória afetiva" que se refere diretamente a personagens da vida cultural da época. Conforme o crítico Inácio Araújo: "Revolução do cinema novo não é, afinal, o livro de um santo, mas de um homem. Tem a marca de um dos maiores artistas brasileiros do século XX e também a sua impureza. Quase uma autobiografia de Glauber Rocha, é um livro-chave".Com prefácio do autor inédito em livro e artigo de Cacá Diegues escrito à época do cinema novo, a edição é totalmente ilustrada. Os textos passaram por rigorosa revisão e incluiu-se um índice onomástico.

Fonte: Cosac Naify

Nenhum comentário: